terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

"O primeiro que, ao cercar um terreno, teve a audácia de dizer isto é meu e encontrou gente bastante simples para acreditar nele foi o verdadeiro fundador da sociedade civil. Quantos crimes, guerras e assassinatos, quantas misérias e horrores teria poupado ao gênero humano aquele que, arrancando as estacas e cobrindo o fosso, tivesse gritado a seus semelhantes: "Não escutem a esse impostor! Estarão perdidos se esquecerem que os frutos são de todos e a terra é de ninguém". (Rousseau)


“Não existe revelação mais nítida da alma de uma sociedade do que a forma como esta trata as suas crianças.” Nelson Mandela


SÉRIE "OS INTOCÁVEIS" 

FOTÓGRAFO: ERIK RAVELO 

http://estaticos.elperiodico.com/resources/jpg/7/4/1376325163047.jpg


ABUSO CONTRA CRIANÇAS PELO MUNDO 

A primeira imagem refere-se a pedofilia no Vaticano. Segundo abuso sexual de crianças no turismo na Tailândia ( mas poderia ser no Brasil ), a terceira refere-se à guerra na Síria. A quarta imagem refere-se ao tráfico de órgãos no mercado negro, onde a maioria das vítimas são crianças de países pobres; quinta refere-se a indústria das armas. E, finalmente, o sexto imagem refere-se a obesidade, culpando as grandes empresas de fast food.

"Ainda não vi ninguém que ame a virtude tanto quanto ama a beleza do corpo". (Confúcio)


"Metade da humanidade passa fome. A outra metade faz regime". Joelmir Beting




http://www.pragmatismopolitico.com.br/wp-content/uploads/2011/08/fome-africa.jpg
''A fome não é uma fatalidade inevitável que afeta determinados países.
As causas da fome são políticas.
Quem controla os recursos naturais (terra, água, sementes) que permitem
 a produção de comida? A quem beneficiam as políticas agrícolas e alimentares?
 Hoje, os alimentos se converteram em uma mercadoria e sua função principal,
alimentar-nos, ficou em segundo plano''.
Disponível em: 
http://www.pragmatismopolitico.com.br/2011/08/os-motivos-da-fome-na-africa-por-que.html

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“Como professor, não me é possível ajudar o educando a superar sua ignorância, se não supero permanentemente a minha”. Paulo Freire