sábado, 27 de fevereiro de 2010

Aceite-me Como eu Sou... Uma História Real

Esta é a história de um soldado que, finalmente voltava para casa, depois de ter lutado no Vietnã. Ele ligou para os pais em São Francisco:

- Mamãe, Papai, estou voltando para casa, mas antes quero pedir um favor à vocês. Tenho um amigo que eu gostaria de levar junto comigo. - Claro, eles responderam. Nós adoraríamos conhecê-lo também! Há algo que vocês precisam saber antes, continuou o filho. Ele foi terrivelmente ferido em combate. Pisou numa mina e perdeu um braço e uma perna. Pior ainda é que ele não tem nenhum outro lugar para morar.

- Nossa!!! Sinto muito em ouvir isso, filho! Talvez possamos ajudá-lo a encontrar algum lugar para morar!
- Não mamãe, eu quero que ele possa morar
na nossa casa! - Filho, disse o pai, você não sabe o que está pedindo? Você não tem noção da gravidade do problema? A mãe concordando com o marido reforçou:

Alguém com tanta dificuldade seria um fardo para nós. Temos nossas próprias vidas e não queremos uma coisa como essa interfira em nosso modo de viver. Acho que você poderia voltar para casa e esquecer esse rapaz. Ele encontrará uma maneira de viver por si mesmo!


Nesse momento o filho bateu o telefone e nunca mais os pais ouviram uma palavra dele.

Alguns dias depois, os pais receberam um telefonema da polícia, informando que o filho deles havia morrido ao cair de um prédio.
A polícia porém acreditava em suicídio.

Os pais, angustiados voaram para a cidade onde o filho se encontrava e foram levados para o necrotério para identificar o corpo. Eles o reconheceram e, para o seu terror e espanto, descobriram algo que desconheciam: “O FILHO DELES TINHA APENAS UM BRAÇO E UMA PERNA!”

Os pais nessa história são como nós, achamos fácil amar aqueles que são perfeitos, bonitos, saudáveis, divertidos, mas não gostamos das pessoas que nos incomodam ou não nos fazem sentir confortáveis.



Fonte: Mensagens do velho sábio - http://www.velhosabio.com.br/mensagem/597/Aceiteme+Como+eu+Sou+Uma+Historia+Real.html

AJUDE A COMBATER O RACISMO NO FUTEBOL!


Abaixo o racismo -Em 2005, O inglês Ferdinand, o francês Thierry Henry e o brasileiro Ronaldinho Gaúcho estrelam a campanha desenvolvida pela Nike para combater o segregacionismo em voga nos estádios europeus: 

Nós precisamos de suas vozes para abafar a dos racistas no futebol e no mundo todo


Alguns casos de racismo no futebol¹:
  • A Nike lançou em fevereiro de 2005 uma campanha contra o preconceito no futebol. Lançada durante uma partida do Paris Saint-Germain contra o Lens, contou com a participação de jogadores brasileiros como Roberto Carlos, Ronaldinho Gaúcho e Adriano, além de mais nove jogadores. No meio da partida ao erguerem bandeiras com o símbolo nazista e uma faixa dizendo "Adiante, brancos", os torcedores deixaram claro a existência da intolerância racial.

  • Também em fevereiro, o árbitro Alfonso Perez Burrull teve que interromper um jogo entre o Málaga e o Espanyol. Sempre que o goleiro do Espanyol Carlos Kameni pegava na bola, a torcida imitava macacos.

  • O zagueiro Fabão acusou o atacante argentino Frontini de tê-lo chamado de Macaco durante uma partida contra seu time, o São Paulo, e o Marília.

  • Ronaldinho perdeu a cabeça e arremesou uma garrafa de água contra três homens que o xingaram de "Negro gordo". O incidente ocorreu numa partida do Real Madrid, time do craque, contra o Málaga em fevereiro de 2005. No dia seguinte, ele se redimiu pedindo desculpas.

  • O zagueiro Wellington Paulo, do América-MG, levou uma suspensão de 30 dias por xingar o colega de time André Luiz de macaco.

  • Em abril de 2005, o zagueiro argentino Leandro Desábato xingou o atacante Grafite de "negrito de mierda". Os times de ambos — Quilmes e São Paulo, respectivamente — jogavam uma partida pela Taça Libertadores da América. A televisão registrou o momento e, pouco depois do término do jogo, o agressor foi preso por crime de racismo. Ele pagou uma fiança de 10 mil reais e acabou extraditado do Brasil
  • Fonte: http://blogs.jovempan.uol.com.br/nilsoncesar/wp-content/uploads/2009/09/ronaldinho-gaucho.jpg
  • Poucos dias depois, em um jogo do Quilmes contra o River Plate (Campeonato Argentino), torcedores racistas ergueram faixas reiterando os xingamentos a Grafite. Uma o chamava de "Macaco" e outra de "Branca de Neve".
  • O atacante Marco Antônio, do Campinense, acusou o árbitro Genival Batista Júnior de tê-lo chamado de "negro safado" e "macaco" durante um jogo valendo pelo campeonato Paraibano, em maio de 2005. Genival se justificou dizendo ter levado uma cabeçada do jogador, mas os responsáveis pelo caso não viram nada no vídeo da partida.

  • O diretor de futebol do Palmeiras Salvador Hugo Palaia criticou a oposição de Mustafá Contursi, ex-presidente do clube, à contratação do técnico Leão afirmando que o conselho deliberativo verde-e-branco tinha a "turma do quibe". Mustafá considerou as declarações do colega "deploráveis e preconceituosas" e jurou tomar providências a respeito. O caso ocorreu em 19 de julho de 2005.

  • Em 12 de setembro de 2005, o goleiro Felipe entrou com uma queixa por racismo contra o então presidente do Vitória, Paulo Carneiro, porque ele havia lhe xingado de "negro safado", "preto vagabundo" e "vendido". O bate-boca ocorreu após o empate contra a Portuguesa, em um jogo do Campeonato Brasileiro. O resultado levou ao rebaixamento do clube para a segunda divisão. Por causa do incidente, Carneiro foi afastado da diretoria.

  • O Juventude foi condenado em 5 de novembro de 2005 por atos racistas de sua torcida. O caso ocorreu durante uma partida contra o Internacional um mês antes. Toda a vez que o volante adversário Tinga pegava na bola, algumas pessoas imitavam macacos. Com a derrota no processo, o clube perdeu dois mandos de campo e precisou pagar uma multa de 200 mil reais.

  • Em março de 2006, uma partida disputada em Caxias do Sul (RS) terminou com queixas ao ministério público. O atacante Antônio Carlos, do Juventude, foi acusado pelo volante Jeovânio, do Grêmio, de racismo. Durante o jogo, Antonio Carlos acertou uma cotovelada em Jeovânio e foi expulso da partida; ao deixar o campo, as câmeras de TV filmaram o atacante passando as mãos nos braços e na camisa, no que pareceu para muitos uma atitude preconceituosa. Jeovânio afirmou estar surpreso e chocado com o gesto, embora Antônio Carlos tivesse insistido que tudo não passou de um mal entendido.     
  • Fonte: http://www.ronaldo.com/media/mediaarchive/2008-07-28/ronaldo_gallery_9824_450x300px.jpg
  • O Zenit, campeão da Copa da UEFA 2007/2008, é considerado o clube mais racista entre os grandes da Rússia. Nenhum jogador negro foi contratado em toda a história do Zenit, fundado em 1925. Um exemplo do preconceito dos torcedores russos aconteceu no jogo contra Olympique de Marselha, da França, em 12 de março de 2008. Toda vez que o defensor Zubar, negro, tocava a bola, os torcedores imitavam macacos e arremessavam bananas em campo.

  • Também na Rússia, o atacante nigeriano Maazou, do CSKA, sofreu racismo durante a partida contra o Dínamo de Moscou, em 13 de maio de 2009. Os torcedores da equipe adversária imitavam macacos sempre que Maazou participava das jogadas, o que provocou sua substituição aos 28 minutos de jogo. Após a partida, o técnico do CSKA, Zico, mostrou-se indignado com a situação.

  • Na libertadores de 2009, após a vitória do Cruzeiro por 3 a 1 sobre o Grêmio, nesta quarta-feira, no Mineirão, pela semifinal da Copa Libertadores, o volante do time mineiro Elicarlos acusou o atacante argentino da equipe gaúcha, Maxi López, de ter cometido ofensas racistas durante a partida. Elicarlos alega que Maxi López o chamou de "macaco". "Fui atrasar o jogo do time do Grêmio, o atacante Maxi López me chamou de macaco, eu e o Wagner partimos para cima dele. Ele falou isso para mim", relatou o jogador do Cruzeiro. 













"Quando ouvi a torcida gritar 'macaco' para mim, falei para o juiz que, se ele não desse um jeito de as pessoas se calarem, eu pararia de jogar.  Ele mandou os torcedores parar pelos alto-falantes. Quando ouço esses xingamentos, me dá vontade de largar tudo e ir embora."Roberto Carlos, sobre a partida contra o La Coruña.





"Estávamos jogando contra o Roma, e o Lima, que também é brasileiro, fez uma falta dura em mim. Depois disso, toda vez que ele pegava na bola,  a torcida imitava macaco. Foi horrível. Após o jogo, fui abraçá-lo para tentar acalmá-lo, mas ser ofendido não é uma coisa que se esquece facilmente." Kaká, do Milan, sobre a partida que decidiu o campeonato italiano.


Fontes: ¹ http://guiadoscuriosos.ig.com.br/futebol/categorias/51/1/racismo.html

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

DIGA NÃO PARA PENA DE MORTE AOS HOMOSSEXUAIS DA UGANDA! ASSINE A PETIÇÃO CONTRA ESSE DESRESPEITO AOS DIREITOS HUMANOS!

Caros amigos,  


O parlamento da Uganda está se preparando para passar uma nova lei brutal, que punirá gays com sentenças de prisão e até pena de morte. Críticas internacionais levaram o presidente a pedir uma revisão da lei, mas após forte lobby por extremistas, a lei parece estar pronta para votação -- ameaçando gerar perseguição e derramamento de sangue. Oposição à lei está crescendo, inclusive da Igreja Anglicana. O ativista de direitos gays na Uganda, Frank Mugisha, diz que "Esta lei nos colocará em grande perigo.


Por favor, assine a petição e diga a outros para se juntarem a nós. Caso haja uma grande resposta global, nosso governo verá que a Uganda será isolada no cenário internacional, e não passará a lei". É esperado que uma decisão seja tomada nos próximos dias, e só uma onda de pressão global será suficiente para salvar os homossexuais de Uganda. A petição global para impedir a lei de morte para gays já ultrapassou 340.000 assinaturas em menos de uma semana, clique abaixo para assinar e depois divulgue: https://secure.avaaz.org/po/uganda_rights/  


Essa petição será entregue esta semana ao Presidente Museveni e ao parlamento da Uganda por líderes da sociedade civil e religiosos. O governo já desautorizou uma marcha por extremistas anti-gay esta semana portanto isto mostra que a pressão internacional está funcionando! 


A lei propões prisão perpétua para qualquer um acusado de ter uma relação com alguém do mesmo sexo, e pena de morte para quem cometer esse "crime" mais de uma vez. ONGs que trabalham para impedir maior contaminação por HIV podem ser condenadas a até 7 anos de prisão por "promover homossexualidade". Outras pessoas podem ser condenadas a até 3 anos de prisão por deixarem de avisar as autoridades da existência de atividades homossexuais dentro de 24 horas!  


Quem apoia o projeto de lei diz defender a cultura nacional, mas uma das maiores oposições vem de dentro do próprio país. O Reverendo Canon Gideon Byamugisha é um dos muitos que nos escreveram - ele disse que essa lei:


"Está violando a nossa cultura, tradição e valores religiosos que não apoiam intolerância, injustiça, ódio e violência. Nós precisamos de leis para proteger as pessoas, não para perseguí-las, humilhá-las, ridicularizá-las e matá-las em massa." 


Ao rejeitar essa perigosa lei e apoiar a oposição nós podemos ajudar a criar um precedente crucial. Vamos ajudar a criar um apoio em massa aos defensores de direitos humanos na Uganda, e salvar a vida de muitos ao impedir que essa lei passe -- assine agora e avisa seus amigos e familiares: https://secure.avaaz.org/po/uganda_rights/ 


Com esperança e determinação, AVAAZ.ORG - O mundo em ação.
Faça parte do AVAAZ.ORG - http://www.avaaz.org/
Imagem de: http://www.aids.gov.br/data/documents/storedDocuments/{29D07F2C-600D-4698-9835-953CDCABA59D}/{0BD3F0F6-4428-46EF-BF62-96D20E40D6E7}/cartaz_hsh_site.jpg

Informações disponíveis em: https://secure.avaaz.org/po/uganda_rights/

Lei que prevê morte para gays em Uganda pode gerar 'efeito dominó' na África¹

Membros de ONG's analisam conseqüência de aprovação do projeto. Uganda tem lei anti-homossexualismo, mas novo projeto prevê execução.


A África concentra o maior número de países com leis antigays no mundo. São 36 nações, mais da metade do continente, que proíbem legalmente o relacionamento entre pessoas do mesmo sexo. Quatro países, Mauritânia, Nigéria, Sudão e Somália, aplicam a pena de morte para quem infringe a norma. Nos próximos dias, esse número pode aumentar para cinco, se Uganda, que já tem uma lei que rejeita o homossexualismo, aprovar um texto mais rígido para condenar a prática homossexual.

Para integrantes de organizações defensoras dos direitos homossexuais, a aprovação da lei de Uganda pode gerar um 'efeito dominó' em mais países africanos. "Esse é nosso grande medo, já que muitos países deram início a debates sobre o tema. No Quênia, processos constitucionais já retiraram conquistas positivas alcançadas antes da proposta de Uganda. A Tanzânia lançou uma campanha contra o ativismo gay, e, na Etiópia, líderes religiosos já se pronunciaram contra o apoio aos direitos homossexuais"(...).

Segundo Monica Mbaru, queniana, chefe do programa africano da Comissão Internacional pelos Direitos Gays e Lésbicos (sigla IGLHRC, em inglês), se o projeto virar lei, o perigo real e a hostilidade alcançarão níveis perigosos, levando a prisões e a justificativas para a violação dos direitos humanos. 

A mesma opinião tem o secretário geral da ILGA/Associação Internacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Trans e Intersex, o italiano Renato Sabbadini. Para ele, ação parecida pode ocorrer pelo menos em Ruanda e em países que, assim como Uganda, têm uma presença forte de 'protestantes fundamentalistas'.  

Igrejas e seitas protestantes - inclusive americanas - estão por trás do projeto de lei de Uganda. 

Segundo uma reportagem publicada pela revista Time, ugandenses apoiadores da lei "parecem estar particularmente impressionados" com as ideias de Scott Lively, um pregador conservador da Califórnia que escreveu um livro ("The Pink Swastika") sobre o que julga serem ligações entre o nazismo e a agenda gay para a dominação do mundo. Outra reportagem, do New York Times, diz que Uganda tem se tornado um "ímã" para grupos evangélicos americanos. "Algumas das personalidades mais importantes da cristandade passaram recentemente por aqui, geralmente trazendo com eles mensagens anti-homossexuais", diz a matéria, de janeiro deste ano.

O texto do projeto de lei busca "estabelecer uma legislação consolidada para proteger a família tradicional proibindo qualquer tipo de relação entre pessoas do mesmo sexo" e ainda objetiva "proteger as crianças e adolescentes de Uganda que estão vulneráveis ao abuso sexual e desvio como resultado de mudanças culturais, de tecnologias de informação livres de censura, órfãos que podem ser criados por casais homossexuais, entre outros".

A pena para quem pratica ato sexual com pessoa do mesmo gênero é prisão perpétua. Se o caso for de 'homossexualidade agravada', que inclui sexo com menor de idade, com pessoas portadoras de AIDS, com pessoas deficientes ou um homossexual 'em série', a pena é execução.

Reação internacional
Além de protestos organizados por Ongs de diversos países, o presidente americano, Barack Obama, se declarou contra o projeto de lei de Uganda. Num discurso no início de fevereiro,Obama classificou o texto de 'odioso²:

< _"Estou seguro de que podemos estar de acordo de que é inaceitável atacar os gays e as lésbicas por serem o que são, seja aqui nos Estados Unidos como fora, e de forma mais extrema, em leis odiosas como as que foram propostas recentemente em Uganda", declarou Obama.>

Para Renato Sabbadini, a pressão internacional pode ajudar a evitar a aprovação da lei, "mas um boicote ou sanções comerciais ao país só prejudicariam os mais pobres e não quem criou a lei."

"Num longo prazo, a melhor coisa que a ajuda internacional pode fazer é ajudar as organizações locais para elas quebrarem o isolamento nessas sociedades. Se realmente querem que a homofobia termine nesses locais é preciso endossar o trabalho de organismos locais. Porque isso é uma barreira cultural, estamos falando de uma transformação cultural da sociedade e isso leva tempo."


Origens da hostilidade

Segundo Sabbadini, muitas dessas leis anti-homossexuais são, na realidade, resquícios do período colonial. "Principalmente países que estiveram sob o domínio britânico e que usaram como modelo de código penal o código britânico do século XIX. É o caso de Uganda."
Monica Mbaru também cita a herança colonial, mas enfatiza que, "mesmo após a independência, muitos países mantiveram as leis, o que significa que elas servem a uma classe política específica. Os líderes políticos não têm responsabilidade pelo que fazem, pelo que falam em público e pelo que abdicam como preocupação nacional. Em muitos locais em que trabalho há poucas prisões, mas a polícia usa a lei para chantagear e extorquir indivíduos. E não há vontade política em mudar essas leis."
¹Reportagem de Giovana Sanchez, publicada no G1, São Paulo. Data: 14/02/2010
Imagem de: G1 - Globo.com



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Capítulo 6 - Memórias corporais afro-brasileiras
Capítulo 7 - Nossa língua afro-brasileira
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