domingo, 7 de março de 2010

O CEGO NA CALÇADA


                                       Fonte: http://almacollins.zip.net/arch2007-05-06_2007-05-12.html
Era uma vez um cego sentado na calçada. Essa calçada não era uma calçada qualquer.
Era em Paris!
Aos pés dele havia um boné vazio e uma tabuleta onde estava escrito:
"Por favor, ajude-me, sou cego".

Um publicitário, da área de criação, que passava em frente a ele, parou e viu umas poucas moedas no boné. Sem pedir licença, pegou o cartaz, virou-o, pegou o giz e escreveu outro anúncio.
Voltou a colocar o pedaço de madeira aos pés do cego e foi embora. 

Pela tarde, o publicitário voltou a passar em frente ao cego que pedia esmola. Agora, o seu boné estava cheio de notas e moedas. 

O cego reconheceu as pisadas e lhe perguntou se havia sido ele quem re-escreveu seu cartaz, sobretudo querendo saber o que havia escrito ali.

O publicitário respondeu:
"nada que não esteja de acordo com o seu anúncio, mas com outras palavras".
Sorriu e continuou seu caminho.

O cego nunca soube, mas seu novo cartaz dizia:
"É primavera em Paris, mas eu não posso vê-la".
E essa frase tocou a alma dos que por ali passavam... 

Moral da história: 

Mudar a estratégia quando nada nos acontece pode trazer novas perspectivas.
É preciso saber qual é a forma certa de nos comunicarmos...
Em vez de simplesmente falar, que tal escolher a melhor mensagem, aquela que vai tocar ao coração?
Texto disponível em: :http://www.velhosabio.com.br/mensagem/814/O+Cego+Na+Calcada.html

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“Como professor, não me é possível ajudar o educando a superar sua ignorância, se não supero permanentemente a minha”. Paulo Freire

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