terça-feira, 16 de março de 2010

VACINAÇÃO CONTRA A INFLUENZA H1N1


DOENÇAS CRÔNICAS PARA VACINAÇÃO 22/03 A 02/04/2010

• Obesidade grau 3 - antiga obesidade mórbida (crianças; adolescentes e adultos):
a. crianças ≤ 10 anos (IMC ≥ 25) 
b. > 10 anos e < 18 anos (IMC ≥ 35) 
c. adultos ≥ 18 anos (IMC > 40) 

• Doenças respiratórias crônicas desde a infância (exemplos: fibrose cística, displasia broncopulmonar)

• Asmáticos (portadores de formas graves - Conforme Protocolo da Sociedade Brasileira de Pneumologia)

• Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) e outras doenças respiratórias crônicas com insuficiência respiratória 
crônica (ex: fibrose pulmonar, seqüelas de tuberculose, pneumoconioses)

• Doença neuromuscular com comprometimento da função respiratória (exemplo: distrofia neuromuscular)

• Imunodeprimidos (exemplos: pacientes em tratamento para aids e câncer ou portadores de doenças que debilitam o sistema imunológico)

• Diabetes mellitus

• Doença hepática (exemplos: atresia biliar, cirrose, hepatite crônica com alteração da função hepática e/ou terapêutica antiviral)

• Doença renal (exemplo: insuficiência renal crônica, principalmente em pacientes com diálise)

• Doença hematológica (hemoglobinopatias)

• Pacientes menores de 18 anos com terapêutica contínua com salicilatos (exemplos: doença reumática auto-imune, doença de Kawasaki)

• Portadores da Síndrome Clínica de Insuficiência Cardíaca

• Portadores de cardiopatia estrutural com repercussão clínica e/ou hemodinâmica:
a. Hipertensão arterial pulmonar 
b. Valvulopatias 
c. Cardiopatia isquêmica com disfunção ventricular (fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) < 0.40. 
d. Cardiopatia hipertensiva com disfunção ventricular (FEVE < 0.40) 
e. Cardiopatias congênitas cianóticas 
f. Cardiopatias congênitas acianóticas, não corrigidas cirurgicamente ou por intervenção percutânea 
g. Miocardiopatias (Dilatada, Hipertrófica ou Restritiva) 
h. Pericardiopatias


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“Como professor, não me é possível ajudar o educando a superar sua ignorância, se não supero permanentemente a minha”. Paulo Freire

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