domingo, 25 de abril de 2010

"ELES FINGEM QUE O PRECONCEITO NÃO EXISTE, MAS NÓS NÃO PRECISAMOS FINGIR, POIS SABEMOS QUE QUANDO O PRECONCEITO NÃO VEM DESCARADAMENTE, ELE COSTUMA VIR NAS ENTRELINHAS; ENTRELINHAS ESSAS QUE NÓS NEGROS JÁ APRENDEMOS A LER!" Tânia B. Teodoro


O Brasil foi o último país no mundo a abolir a escravidão. Entretanto, o término do sistema de exploração do trabalho escravo não representou o fim do da discriminação racial. Escravos “livres” tornaram-se prisioneiros de uma sociedade discriminatória. Sem vez e voz, deslocados, transformaram-se nas maiores vítimas de um tipo de violação de direitos ainda mais grave, o ‘racismo facial’.
“A sociedade brasileira tem esse preconceito facial há séculos. Para muitos, basta ser negro para tornar-se suspeito (Jaime Furtado de Pais)". (...).
“Vivemos em uma sociedade que se diz não racista, convivemos contraditoriamente com a necessidade de leis para que o racismo seja amenizado. Se é preciso proteger vagas com leis, esse é um sinal claro e evidente de que nesse país o negro ocupa posições inferiores” (Jaime Furtado de Pais).
Para muitos historiadores, a escravidão no Brasil apenas mudou de figura. A sociedade moderna convive com a herança cultural do escravismo tentando ignorá-lo, sem coragem para assumir o ônus pela situação econômica e social desfavorável em que a população negra se encontra.


"TODOS NÓS TEMOS A OBRIGAÇÃO DE LUTAR CONTRA TODAS AS FORMAS DE PRECONCEITOS"!

Racismo, uma longa história. Reportagem de Claúdia Lins. 2005. Texto completo e imagem disponíveis em: http://www.alagoas24horas.com.br/conteudo/index.asp?vEditoria=Reportagens%20Especiais&vCod=530

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“Como professor, não me é possível ajudar o educando a superar sua ignorância, se não supero permanentemente a minha”. Paulo Freire

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